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cite 2011 nivel 4 e qnq nivel 5

C Por contato@joseemportugal.com Atualizado em setembro 18, 2026 Leitura: 21 min
O que você vai encontrar aqui
  1. Quer conhecer os cursos disponíveis?
  2. Resumo rápido: o que mudou?
  3. 1. Entendendo a mudança na lei
  4. 2. QNQ e CITE 2011 sem complicação
  5. 3. Quais cursos foram explicados na live?
  6. 4. Como funciona o visto de estudo?
  7. 5. Como fazer a equivalência do ensino médio?
  8. 6. NIF, matrícula e candidatura
  9. 7. Quem já está em Portugal ou tem processo antigo
  10. 8. Depois do curso: posso entrar numa faculdade?
  11. 9. Checklist antes de pagar pelo curso
  12. Fontes oficiais
  13. Conclusão
Visto de estudo em Portugal: QNQ nível 5 e CITE 2011 nível 4

Visto de estudo em Portugal: QNQ nível 5 e CITE 2011 nível 4

José em Portugal

18 de setembro de 2026

Portugal mudou as regras para quem pretende usar um curso profissional como caminho para o visto de estudo.

A mudança gerou muitas dúvidas. Afinal, o curso precisa ser QNQ nível 5? Precisa ter CITE 2011 nível 4? Quem está no Brasil consegue fazer tudo? E quem já está em Portugal como turista?

Neste artigo, você encontra as respostas em linguagem simples.

Atenção: o nome correto é CITE 2011. Não é “CITI”. E matrícula não é garantia de visto. A decisão final é sempre das autoridades portuguesas.

Resumo rápido: o que mudou?

Para o caso explicado neste artigo, o estudante precisa escolher um curso que realmente tenha a classificação CITE 2011 nível 4 e pedir o visto de residência antes de viajar para Portugal.

Não basta a escola dizer que o curso é profissional. Também não basta o curso ter QNQ nível 5. É preciso confirmar a classificação completa.

Quem está no Brasil deve organizar a matrícula, os documentos escolares, o pedido de equivalência quando necessário e o processo do visto ainda no Brasil.

1. Entendendo a mudança na lei

1. O que mudou para quem quer estudar num curso profissional em Portugal?

A Lei n.º 62/2026 mudou o artigo 92.º da Lei de Estrangeiros. Agora, o texto fala em cursos classificados como CITE 2011 nível 4 e exige o visto de residência adequado.

Na prática, ficou mais difícil entrar em Portugal como turista, fazer uma matrícula e só depois tentar pedir residência por esse curso.

2. Quando a mudança começou a valer?

A lei foi publicada em 10 de setembro de 2026 e começou a valer em 11 de setembro de 2026.

3. Como era antes?

Antes, a lei tinha uma regra específica para alguns cursos QNQ nível 4 ou 5 e para determinadas formações profissionais. Essa parte foi retirada.

4. Ainda posso entrar como turista e pedir residência por um curso profissional?

Não conte com isso. Para os cursos explicados aqui, o caminho mais seguro é pedir o visto correto antes de viajar.

Existem situações diferentes, mas elas precisam ser analisadas caso a caso. Não compre um curso acreditando que ele vai regularizar automaticamente sua situação em Portugal.

5. Quem pediu a residência antes de 11 de setembro está protegido pela regra antiga?

Isso não está garantido para todos. A live afirmou que os pedidos antigos deveriam seguir a regra da data em que foram entregues. Porém, a nova lei não explica claramente todos esses casos.

Se você já entregou o pedido, guarde o protocolo, a matrícula, os comprovantes de frequência e todos os documentos. Se tiver problema com a AIMA, procure orientação para o seu caso.

6. Eu apenas paguei o curso antes da mudança. Isso é suficiente?

Não. Pagar ou contratar um curso não é a mesma coisa que entregar um pedido de visto ou de residência.

7. Os cursos profissionais deixaram de existir?

Não. Os cursos continuam existindo e podem continuar sendo úteis para a formação profissional. O que mudou foi a forma como alguns deles podem ser usados num processo de visto ou residência.

8. Todo curso profissional serve para pedir visto?

Não. É preciso conferir a classificação do curso, a duração, a escola responsável e o tipo de visto indicado.

9. A escola pode garantir que meu visto será aprovado?

Não. A escola pode emitir a matrícula e explicar o curso. Quem aprova ou recusa o visto são as autoridades portuguesas.

2. QNQ e CITE 2011 sem complicação

10. O que é QNQ?

QNQ significa Quadro Nacional de Qualificações. Ele organiza as qualificações profissionais em Portugal por níveis.

11. O que é CITE 2011?

CITE 2011 significa Classificação Internacional Tipo da Educação. Ela serve para identificar e comparar o nível educacional dos cursos.

12. QNQ nível 5 e CITE 2011 nível 4 são a mesma coisa?

Não. São duas classificações diferentes.

Pense assim: o QNQ mostra o nível da qualificação profissional. A CITE mostra onde aquele curso está dentro do sistema de educação.

13. Qualquer curso QNQ nível 5 serve para essa nova regra?

Não. Esse é um dos pontos mais importantes.

O curso pode ser QNQ nível 5 e ter outra classificação CITE. Por isso, a escola precisa confirmar por escrito que o curso também é CITE 2011 nível 4.

14. Um curso QNQ nível 4 serve?

Não automaticamente. Alguns cursos QNQ nível 4 pertencem ao ensino secundário e podem ter CITE nível 3. É preciso verificar cada curso.

15. Se o curso durar mais de um ano, ele vira CITE nível 4?

Não. A duração, sozinha, não muda a classificação do curso.

16. Se a escola tiver certificação da DGERT, o curso já é CITE nível 4?

Não. A certificação da escola e a classificação do curso são coisas diferentes.

17. Se o certificado sair no SIGO, isso prova que o curso é CITE nível 4?

Não sozinho. O registro no SIGO é importante, mas a escola também deve informar claramente o nome oficial do curso, o nível QNQ e a classificação CITE.

18. O que devo pedir à escola antes de pagar?

Peça por escrito:

  • Nome e código oficial do curso;
  • Nível QNQ;
  • Classificação CITE 2011;
  • Duração total;
  • Quantidade de aulas presenciais e on-line;
  • Carga horária do estágio;
  • Nome da entidade que certifica a formação;
  • Modelo da declaração de matrícula usada no visto.

19. Qual é a diferença entre CET e CTeSP?

O CET, Curso de Especialização Tecnológica, é uma formação pós-secundária, mas não é ensino superior.

O CTeSP, Curso Técnico Superior Profissional, já pertence ao ensino superior.

Os dois podem aparecer ligados ao QNQ nível 5, mas não são o mesmo tipo de curso.

3. Quais cursos foram explicados na live?

20. O que é um CET?

É um curso técnico feito depois do ensino médio. Ele prepara o aluno para uma profissão e costuma juntar aulas teóricas, prática e estágio.

21. Um CET precisa ser da área de informática?

Não. Existem CET em áreas como hotelaria, contabilidade, indústria, energia, construção, multimídia, automação e muitas outras.

22. Existe idade máxima para fazer um CET?

A live explicou que o CET não tem o mesmo limite de idade do Aprendizagem+. Mesmo assim, confirme as regras da escola e do curso escolhido.

23. O que é Aprendizagem+?

É uma formação de nível 5 com bastante prática e estágio numa empresa ou ambiente de trabalho.

24. Qual é a idade para fazer Aprendizagem+?

Essa modalidade é voltada para pessoas de 18 a 29 anos, inclusive, na data de início do curso.

25. Quem já completou 30 anos pode fazer Aprendizagem+?

Normalmente, não. Nesse caso, vale procurar um CET ou outro curso compatível com a idade e a escolaridade.

26. Preciso ter concluído o ensino médio?

Para os cursos pós-secundários explicados na live, sim. Quem estudou no Brasil também pode precisar pedir a equivalência do ensino médio em Portugal.

27. O estágio é obrigatório?

Nos cursos apresentados na live, sim. O estágio faz parte da formação.

28. Quanto tempo dura um CET?

Na live, foram citados cursos com duração aproximada de um ano a um ano e meio. O tempo exato depende do curso.

29. Quanto tempo dura o Aprendizagem+?

A carga horária costuma ficar entre 1.325 e 1.675 horas. Confirme o plano do curso antes da matrícula.

30. O curso pode ser 100% on-line?

Não presuma isso. Como existe prática e estágio, normalmente há atividades presenciais.

31. O que significa curso em regime misto?

Significa que parte das aulas acontece on-line e parte presencialmente. O estágio também segue as regras do curso.

32. O que é horário pós-laboral?

São aulas feitas no fim do dia ou à noite. Esse horário ajuda quem trabalha, mas o aluno continua obrigado a cumprir presença, provas e estágio.

4. Como funciona o visto de estudo?

33. Ter a matrícula garante o visto?

Não. A matrícula é apenas uma parte do processo. O estudante também precisa entregar os outros documentos e passar pela análise do consulado.

34. Onde devo pedir o visto?

O pedido deve ser feito antes da viagem, no país onde você mora legalmente.

No Brasil, o processo costuma ser entregue pela VFS Global, de acordo com a área consular responsável pelo seu endereço.

35. Qual é a diferença entre visto de residência e visto de estada temporária?

O visto de residência permite entrar em Portugal para depois pedir o cartão de residência na AIMA.

O visto de estada temporária permite ficar por um período limitado. Ele não garante um cartão de residência.

36. Curso com mais de 12 meses sempre dá visto de residência?

Não é possível decidir apenas pela duração. O consulado analisa o tipo de curso, o objetivo da viagem e a regra aplicável.

37. Curso de até 12 meses pode dar visto temporário?

Pode ser possível, dependendo do curso. Confirme a categoria correta antes de entregar o pedido.

38. Posso transformar automaticamente um visto temporário em residência?

Não. Uma mudança pode ser possível em alguma situação específica, mas não é automática.

39. O visto já é o cartão de residência?

Não. Primeiro você recebe o visto para entrar em Portugal. Depois, precisa tratar da autorização de residência com a AIMA.

40. E se o visto vencer antes do atendimento da AIMA?

Guarde o visto, o agendamento, o comprovante do processo e todos os documentos. Cada situação depende das datas e do tipo de pedido. Se houver dúvida, peça orientação antes de ficar sem saber o que fazer.

41. Por quanto tempo vale a residência de estudante?

Para o caso tratado no artigo 92.º, ela pode valer até um ano e ser renovada enquanto o estudante continuar cumprindo as condições.

42. O estudante pode trabalhar?

Quem já tem autorização de residência para estudar pode trabalhar por conta de uma empresa ou por conta própria, desde que o trabalho seja uma atividade complementar aos estudos.

Não confunda o visto de entrada com o cartão de residência. Antes de começar a trabalhar, confirme quais documentos e registros são necessários.

43. Posso trocar imediatamente a residência de estudante por uma de trabalho?

Não conte com uma troca imediata. Primeiro, a residência estará ligada aos estudos. Uma mudança pode ser analisada depois, desde que você cumpra as regras da nova categoria.

44. Posso levar minha família?

Pode ser possível. O familiar precisa estar dentro das categorias aceitas, comprovar o parentesco e apresentar os documentos exigidos.

45. Acompanhamento familiar e reagrupamento familiar são iguais?

Não. O acompanhamento pode ser pedido junto com o visto principal. O reagrupamento costuma ser pedido quando a pessoa principal já mora legalmente em Portugal.

46. Quais documentos costumam ser pedidos no visto?

A lista pode incluir:

  • Passaporte válido;
  • Formulário do pedido;
  • Declaração de admissão ou matrícula;
  • Documento com a classificação do curso;
  • Comprovante de alojamento;
  • Prova de dinheiro para se manter em Portugal;
  • Seguro de saúde ou documento aceito pelo consulado;
  • Certidão de antecedentes criminais;
  • Fotografias;
  • Outros documentos do checklist oficial.

Confira sempre a lista atualizada antes de entregar o pedido.

47. Quanto dinheiro preciso comprovar?

O valor muda conforme o período do curso, a composição da família, o alojamento e a possibilidade de apresentar um termo de responsabilidade.

A live usou como referência 12 meses do valor mensal exigido em Portugal, mas o cálculo precisa ser confirmado na data do pedido.

48. Outra pessoa pode pagar minhas despesas?

Pode ser possível. Essa pessoa precisará apresentar um termo de responsabilidade e provar que tem condições de assumir as despesas.

49. Quem decide se o visto será aprovado?

A decisão é das autoridades portuguesas. A escola não pode garantir a aprovação.

5. Como fazer a equivalência do ensino médio?

50. O que é a equivalência?

É o reconhecimento, em Portugal, dos estudos feitos em outro país. Para um brasileiro, normalmente é a confirmação de que o ensino médio corresponde ao ensino secundário português.

51. Por que ela pode ser necessária?

Porque um curso pós-secundário exige que o aluno tenha concluído o nível anterior. A escola pode pedir a equivalência antes de aceitar a matrícula.

52. A equivalência é sempre um documento obrigatório do visto?

Não aparece na lei como um documento separado e obrigatório para todos os pedidos. Porém, se a escola exigir a equivalência para fazer a matrícula, você precisará dela para conseguir a declaração usada no visto.

53. Quais documentos são pedidos?

Normalmente:

  • Requerimento de equivalência;
  • Histórico escolar;
  • Certificado ou diploma de conclusão;
  • Informação sobre os anos estudados;
  • Notas finais;
  • Escala de notas da escola;
  • Apostila de Haia;
  • Tradução, se o documento não estiver em português.

54. O que é a declaração da escala de notas?

É um documento que explica quais notas a escola usava, qual era a nota mínima para passar e qual era a nota máxima.

Exemplo: notas de 0 a 10, com aprovação a partir de 6.

55. Documentos brasileiros precisam de tradução?

Normalmente, não, porque já estão em português. Mas eles podem precisar de apostilamento.

56. O que é Apostila de Haia?

É uma validação feita no documento para que ele seja aceito em outro país que participa da Convenção da Haia.

57. Quem está no Brasil consegue pedir a equivalência?

Sim. Quem mora fora de Portugal pode enviar o pedido pelos correios para a Direção-Geral da Educação.

O endereço informado pela DGE é:

Direção-Geral da Educação
Avenida 24 de Julho, n.º 140
1399-025 Lisboa
Portugal

Confirme o endereço no site oficial antes de enviar.

58. Outra pessoa pode pedir a equivalência por mim em Portugal?

Pode ser possível com uma procuração, desde que a escola ou o órgão responsável aceite. Quem mora fora também pode usar o pedido pelos correios diretamente à DGE.

59. A equivalência é paga?

Segundo a DGE, o pedido de equivalência é gratuito.

Você ainda pode ter gastos com emissão de documentos, apostilamento, correios, procuração ou assessoria particular.

60. Quanto tempo demora?

A DGE informa um prazo de referência de 30 dias depois de receber todos os documentos. Pode demorar mais se faltar alguma coisa ou se o caso precisar de análise extra.

61. Quem fez EJA consegue pedir equivalência?

Pode pedir, mas a aprovação dependerá dos documentos apresentados e da análise feita em Portugal.

62. O certificado do ENCCEJA sozinho garante a equivalência?

Não. A DGE informa que não concede equivalência usando apenas o resultado de uma prova, como o ENCCEJA.

Antes de iniciar o processo, confirme se você possui outros documentos escolares que possam ser apresentados.

63. Um diploma de faculdade substitui os documentos do ensino médio?

Não. A equivalência do ensino médio e o reconhecimento de um diploma universitário são processos diferentes.

6. NIF, matrícula e candidatura

64. Preciso de NIF para pedir o visto?

O NIF não deve ser apresentado como obrigação para todo pedido de visto sem conferir o checklist oficial.

Porém, a Prepara Portugal informou na live que exige NIF para a candidatura, a matrícula e o registro nos cursos apresentados.

65. Consigo tirar o NIF ainda no Brasil?

Sim. É possível pedir o NIF com a ajuda de um representante fiscal ou de um profissional que faça esse serviço.

66. Quais requisitos a Prepara Portugal anunciou?

Na live, foram informados:

  • NIF português;
  • Equivalência do ensino médio;
  • Aprovação da candidatura;
  • Cumprimento das condições do curso e do contrato.

67. Quais cursos novos foram anunciados?

Foram apresentados:

  • Técnico Especialista em Marketing Digital;
  • Técnico Especialista em Tratamentos de Estética e Bem-Estar.

68. Onde esses cursos serão oferecidos?

Segundo a live, no Porto e em Lisboa, com aulas em regime misto e horário pós-laboral. Confirme se existe turma disponível antes de pagar.

69. Qual é a carga horária de Marketing Digital?

A live informou 900 horas de formação e 400 horas de estágio. Peça o plano oficial antes da matrícula.

70. Como funciona a candidatura?

O candidato preenche um formulário, escolhe o curso e envia os documentos pedidos em PDF. A escola analisa o perfil e verifica se a pessoa cumpre os requisitos.

71. Fazer a candidatura significa estar matriculado?

Não. Primeiro vem a análise. A matrícula só avança depois da aprovação.

72. Quanto tempo demora a análise?

A live informou um prazo de até 15 dias. Confirme esse prazo no momento da candidatura.

73. Existe taxa de candidatura?

Na live, foi informada uma taxa de 20 euros, sem devolução. Confirme o valor antes de pagar.

74. Quando devo pagar essa taxa?

O ideal é pagar quando todos os documentos estiverem prontos e você puder concluir a candidatura.

75. Quais valores dos cursos foram informados na live?

Foram anunciados:

  • Primeiro ano: entrada de 500 euros e 10 parcelas de 160 euros;
  • Segundo ano: 10 parcelas de 160 euros, sem nova entrada de 500 euros;
  • Desconto de 5% para pagamento integral da anuidade.

Esses valores são comerciais e podem mudar. Confirme tudo por escrito antes de fechar o contrato.

76. Os cursos antigos viraram QNQ nível 5 automaticamente?

Não. Um curso antigo não muda de classificação apenas por causa da nova lei. Os novos cursos têm outro plano, outra carga horária e novos requisitos.

77. Quem já é aluno pode trocar de curso automaticamente?

Não. O aluno precisa fazer uma nova candidatura e cumprir os requisitos do novo curso.

78. O dinheiro já pago pode ser usado no novo curso?

A Prepara informou que poderá analisar essa possibilidade em alguns casos, principalmente para alunos que ainda não começaram o curso e continuam no país de origem.

Peça a resposta por escrito. Isso não é automático.

79. Posso passar o valor pago para o curso do meu cônjuge?

A live informou que a escola poderá analisar algumas situações. Não é um direito garantido e precisa ser tratado diretamente com a secretaria.

80. Como funciona o cancelamento do curso antigo?

Depende do contrato que foi assinado, da data do pedido e das regras de cancelamento. Leia o contrato e fale com a escola antes de tomar a decisão.

81. Os cursos antigos vão continuar?

Segundo a live, sim. As aulas e avaliações continuam. O curso não deixa de existir apenas porque pode não servir mais para a nova estratégia de visto.

7. Quem já está em Portugal ou tem processo antigo

82. Quem já entregou o pedido deve abandonar o curso?

Não. Continue frequentando as aulas e cumprindo o curso. A escola só poderá confirmar sua frequência se você realmente estiver participando.

83. Por que a frequência é tão importante?

Porque a matrícula prova apenas que você se inscreveu. A frequência mostra que você está realmente estudando.

84. E se a AIMA usar a regra nova no meu processo antigo?

Peça uma explicação por escrito. Apresente o protocolo com a data do pedido e uma declaração da escola com as informações do curso. Dependendo da resposta, pode ser necessário procurar um advogado.

85. Estou em Portugal como turista e ainda não fiz nenhum pedido. Um novo curso resolve?

Não conte com isso. Para o caso explicado neste artigo, a regra atual exige o visto de residência antes da viagem. Uma matrícula feita em Portugal não garante sua regularização.

86. Existe uma regra diferente para quem estuda no ensino secundário?

Sim. O artigo 92.º ainda trata de alunos do verdadeiro ensino secundário que entraram e permaneceram legalmente em Portugal.

Isso não é a mesma coisa que um curso profissional pós-secundário CITE 2011 nível 4.

87. E se eu terminar o curso antes do atendimento da AIMA?

Guarde o certificado, a matrícula, os comprovantes de frequência e o protocolo do pedido.

Não existe garantia automática de que você receberá seis meses, um ano ou uma residência de trabalho. A resposta dependerá do seu processo.

88. Fazer matrícula em outro curso resolve o atraso?

Não automaticamente. Uma nova matrícula traz novas despesas e obrigações. Analise o processo atual antes de contratar outro curso.

8. Depois do curso: posso entrar numa faculdade?

89. Um curso QNQ nível 5 dá entrada automática numa licenciatura?

Não. O curso pode ajudar na continuação dos estudos, mas o aluno ainda precisa cumprir as regras da faculdade.

90. Posso aproveitar matérias na faculdade?

Talvez. A faculdade vai comparar as disciplinas, a carga horária e o conteúdo estudado antes de decidir.

91. A escola profissional pode garantir quantas matérias serão aproveitadas?

Não. Quem decide isso é a instituição de ensino superior.

92. Marketing Digital garante entrada numa licenciatura em Marketing?

Não. Pode existir uma parceria e a possibilidade de aproveitar algumas disciplinas, mas a entrada não é automática.

93. O curso de Estética garante entrada numa licenciatura da área da saúde?

Não. Qualquer continuação de estudos ou aproveitamento de disciplinas precisa ser confirmado com a faculdade.

9. Checklist antes de pagar pelo curso

94. O que preciso confirmar por escrito?

Confirme:

  1. Nome e código oficial do curso;
  2. Nível QNQ;
  3. Classificação CITE 2011;
  4. Duração total;
  5. Quantidade de aulas on-line e presenciais;
  6. Horas de estágio;
  7. Cidade das aulas presenciais;
  8. Requisitos para entrar no curso;
  9. Necessidade de equivalência do ensino médio;
  10. Necessidade de NIF;
  11. Documento que a escola entrega para o visto;
  12. Valor total do curso;
  13. Regras de cancelamento;
  14. O que acontece se o visto for recusado;
  15. Possibilidade ou não de devolução;
  16. Data de início das aulas;
  17. Entidade responsável pela certificação;
  18. Regras para continuar os estudos numa faculdade.

95. Quais promessas devem servir de alerta?

Tenha cuidado quando alguém disser:

  • “Este curso garante o visto”;
  • “Qualquer QNQ nível 5 serve”;
  • “Basta estar matriculado”;
  • “Entre como turista e resolva tudo em Portugal”;
  • “Se está no SIGO, o visto está garantido”;
  • “A faculdade vai aproveitar todas as matérias”.

Essas frases simplificam demais um processo que possui várias etapas.

96. Qual é o caminho mais seguro para quem está no Brasil?

O caminho mais seguro é:

  1. Escolher um curso com a classificação correta;
  2. Confirmar tudo por escrito com a escola;
  3. Preparar a equivalência do ensino médio, se for exigida;
  4. Fazer a candidatura e a matrícula;
  5. Reunir os documentos do visto;
  6. Pedir o visto ainda no Brasil;
  7. Viajar somente depois da decisão.

A matrícula é importante, mas não substitui os outros documentos e não garante a aprovação.

Fontes oficiais

Conclusão

A nova regra exige mais atenção na escolha do curso. Não compre apenas porque alguém disse que ele é “nível 5”. Peça a classificação CITE 2011, leia o contrato e confira os documentos antes de pagar.

Se você está no Brasil, organize o processo com calma e peça o visto antes de viajar. Se já está em Portugal ou possui um pedido antigo, analise sua situação individualmente antes de tomar uma nova decisão.

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Aviso: este conteúdo é informativo. Regras, documentos, valores e procedimentos podem mudar. Confirme as informações nos canais oficiais antes de contratar um curso ou entregar o pedido de visto.

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